Quando as pessoas pensam em consultar um advogado é porque muitas vezes o seu problema já escalou para um patamar tão grave, de tal forma que não é possível achar uma solução para uma reparação de danos financeiros ou resolução. Nesse caso, uma consulta com advogado se torna necessária para evitar danos mais gravosos, ou a arquitetura de uma saída.
Nesse contexto, muitas vezes, as pessoas estão angustiadas, tristes e fragilizadas, sem fôlego para continuar em um processo que se arrastará por anos, envolvendo uma justiça lenta, burocrática e ineficaz em trazer alívio para a situação da pessoa.
Além disso, o processo judicial é um caminho caro e sem perspectiva de prazos, isso porque os passos para se avançar dependem de atos, citações e procedimentos que naturalmente levarão muito tempo para se concretizar, alongando ainda mais as dores daquela pessoa, que se vê refém da sua solução colocada nas mãos da justiça.
O conceito de advocacia não litigiosa não é necessariamente aquele que cabe para todo caso, mas aquele em que as partes podem enxergar uma solução amistosa e justa se quiserem pôr fim a controvérsias que, com vontade, bom senso e equilíbrio, conseguirão se acomodar dentro da solução mais justa. Num país com o judiciário lotado de causas que não foram julgadas, partes que não são localizadas e bens não encontrados, acordos se mostram mais proveitosos e tendem a produzir uma solução em menos tempo.
Ao lado dessa forma de levar soluções jurídicas consensuais, vemos que ao lado da prática se encontra a advocacia preventiva, que atua evitando que potenciais problemas na esfera jurídica venham a se tornar realidade, por trabalhar com o olhar antecedente ao risco.
É fato que o mundo mudou e as pessoas buscam segurança e equilíbrio das suas relações com os outros e com o mundo, e consultar um advogado com essa postura mediadora faz toda a diferença.
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